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Fortaleza de Almeida: Pavilhão chinês, Chapéu Chinês, Sistro, Árvore das Campainhas

14 de out.
1 min de leitura

(Texto gentilmente cedido por Joaquim Guedes)


É um instrumento musical de percussão de sonoridade indefinida, de origem oriental, empregue em certas bandas militares, chegando à Europa, através das guerras entre Turcos e Austríacos no Séc. XVII.

Este instrumento é composto por um suporte com cerca de 1,80 m de altura, tendo como base um cabo de madeira, encimado com vários ornamentos, em latão ou cobre, desde liras, meias-luas (crescente), pingentes, folhas ou animais estilizados e outras simbologias, seguindo-se uma ou duas campânulas em metal cónico ou pavilhão com numerosas pequenas campainhas ou guizos suspensos, e no topo algumas variantes como a esfera de lastro (para intensificar o som das campainhas), uma lira, um crescente (meia lua), estrelas, uma águia, entre outros motivos.

Abaixo do pavilhão poderá surgir um par de meias-luas ou liras, igualmente com campainhas ou guizos pendurados.

O Pavilhão Chinês, suportado na vertical, é tocado por agitação ou agitando o cabo de madeira para cima e para baixo, provocando a sonoridade das várias campainhas ou guizos que se encontram suspensos.

Este chapéu chinês, poderá ser ricamente embelezado com fitas coloridas e ou crinas de cavalo penduradas no referido suporte. O seu manuseio exige alguém com uma boa robustez física, pois este estandarte poderá atingir os 10 quilos de peso.


 
 
 

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